Os Estados Unidos realizaram uma operação militar de grande escala na Venezuela na madrugada de 3 de janeiro de 2026, com ataques aéreos em Caracas e regiões como Miranda, Aragua e La Guaira, atingindo instalações militares chave, como Fuerte Tiuna e a base aérea La Carlota.
O presidente Donald Trump anunciou em sua rede social que Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados por forças especiais americanas (Delta Force) e retirados do país, descrevendo a ação como uma "operação brilhante" coordenada com agências de aplicação da lei dos EUA.Reações internacionais contra a ação dos EUAPaíses aliados da Venezuela ou críticos à intervenção unilateral condenaram veementemente a operação:Rússia: O Ministério das Relações Exteriores russo classificou o ataque como um "ato de agressão armada" ilegal e "profundamente preocupante". Expressou solidariedade ao povo venezuelano e ao "liderança bolivariana", defendendo o direito da Venezuela de determinar seu destino sem intervenção externa. Pediu diálogo para evitar escalada, mas reafirmou apoio total à soberania venezuelana.
China: Embora reações diretas específicas ao evento de hoje ainda sejam limitadas nos relatos iniciais, o governo chinês tem condenado consistentemente "interferências externas" em assuntos venezuelanos em contextos recentes de pressão americana. Analistas apontam que a China, principal compradora de petróleo venezuelano e credora bilionária, vê a ação como uma ameaça à estabilidade regional e aos seus interesses econômicos.
Irã: Condenou fortemente o ataque como uma "flagrante violação da soberania nacional e integridade territorial" da Venezuela. Exigiu intervenção imediata do Conselho de Segurança da ONU para deter a "agressão ilegal" dos EUA.
Cuba: Aliada histórica, condenou os ataques como parte de uma campanha imperialista dos EUA.
Outros países:Governos de esquerda na América Latina, como Colômbia (sob Petro, que reforçou fronteiras por temor a refugiados) e possivelmente Bolívia ou Nicaragua, expressaram preocupação com escalada regional.
A União Europeia e países como Alemanha e Itália monitoram a situação com "grande preocupação", pedindo moderação e respeito ao direito internacional, sem endosso explícito à ação americana.
A vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, exigiu "prova de vida" imediata de Maduro e sua esposa, enquanto o ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, mobilizou tropas e prometeu resistência. A comunidade internacional está dividida, com aliados dos EUA (como Argentina de Milei) celebrando a remoção de Maduro, mas a maioria das condenações vem de nações que veem a operação como violação do direito internacional e possível pretexto para controle de recursos (petróleo).
O evento é comparado historicamente à captura de Manuel Noriega no Panamá em 1990.Situação permanece fluida, com risco de instabilidade interna na Venezuela e tensões globais elevadas.