
Do outro, o Orvil — um documento secreto de 900 páginas produzido pela inteligência do Exército para mapear a atuação das guerrilhas de esquerda no Brasil.
Dois registros históricos secretos. O mesmo período da nossa história. Narrativas completamente opostas — porém, ambos baseados em documentos reais.
A reflexão aqui não é sobre defender o regime militar ou a luta armada. É sobre algo mais profundo: curadoria da informação.
Quando você só tem acesso a um lado dos arquivos, você não está estudando história de forma ampla — você está consumindo apenas a versão que escolheram preservar no debate público.
Quem domina os arquivos domina a narrativa. E quem domina a narrativa dita os rumos da nossa cultura e da política.
💬 Você já conhecia o livro Orvil?